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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

TROFÉU " AUDI R8 "

Caros slotistas

Vai-se dar inicio à 2ª Prova deste Troféu.
Após 1ª passagem, Filipe Loureiro lidera, seguido de José Carta a 6 décimos de segundo e Tiago Carta a 7 segundos.
Após 2ª passagem, Filipe Loureiro lidera, seguido de José Carta a 2,796s e Tiago Carta a 13,428s.
FILIPE LOUREIRO vence com 2,629s de vantagem para José Carta e 15,661s para Tiago Carta.
Eis a classificação final da prova:


Classificação do TROFÉU


RANKING Actualizado


Crónica da Prova

Esta 2ª Prova decorreu uma vez mais num ambiente puramente tertuliano, estando presentes 13 pilotos, com um único objectivo, correr e conviver.
Inicialmente dois pilotos impuseram um andamento bastante forte, Filipe Loureiro e José Carta, ambos pilotos da Carta Motorsport, deixando logo para trás Tiago Carta, Igor Reis, Bruno Matos e principalmente Nuno Covão, a braços com saídas nada comuns para este piloto da BIPBIP Slotsport.
Melhor tempo do 1º troço para o Filipe com 39,054s, 2º para Bruno Matos com 41,350s e 3º para Tiago Carta com 41,677s. Logo aqui neste troço inicial, Nuno Covão perde imenso tempo, fazendo 48,548s. José Carta fica-se pelo 4º tempo.
Veio o 2º Troço e aqui José Carta impôs o R8 da NSR com o tempo de 53,997s, ficando Filipe Loureiro com 54,782s e Tiago Carta com 55,930s.
Passou-se ao 3º Troço, sendo Nuno Covão o mais rápido com 54,749s, logo seguido de José Carta com 54,785s e Filipe Loureiro com 56,245s.
Um pequeno intervalo e logo se reiniciou o rally pela 2ª passagem pelos troços.
É aqui que se começa a desenhar-se as posições da prova.
4º Troço, Filipe arrecada o melhor tempo, 39,905s, Tiago Carta 40,465s e José Carta 40,823s. Nuno Covão fica-se com o 4º tempo, 41,055s.
5º Troço, Filipe faz o tempo de 53,185s, (fantástico), logo seguido de José Carta com 54,241s e Nuno Covão com 55,288s.
6º Troço, Filipe Loureiro volta a fazer o melhor tempo, com 54,725s, seguido de José Carta com 54,838s e Nuno Covão com 56,142s. Nuno Covão começa a ter alguma dificuldade de acompanhar os homens da frente que travam uma luta de gigantes, à espera do primeiro deslize de um deles, para se agigantar aos primeiros lugares. A luta pelos lugares seguintes está ao rubro, com Igor Reis, Bruno Matos e Covão Júnior a lutarem entre si com todas as forças. Tiago Carta começa a gerir a sua prova, inteligentemente, uma vez que a primeira passagem foi madrasta tanto para ele como para Nuno Covão.
7º Troço, repetição do 1º e 4º, Filipe imparável, volta a fazer um excelente tempo, 39,182s, logo seguido de Tiago Carta com 39,538s e Nuno Covão com 39,833s. José Carta faz o 4º tempo com 39,876s.
8º Troço, Nuno Covão finalmente dá um ar da sua graça ao fazer o melhor tempo de 54,149s, logo seguido de José Carta com 54,496s e Filipe Loureiro com 54,960s.
9º e último troço, José Carta tenta o tudo por tudo, pressionar o seu mais directo adversário, para que este debaixo de pressão cometa algum erro, pois a diferença não chegava aos 3 segundos e uma saída ditava o vencedor da prova.
José Carta faz o melhor tempo com 55,126s, seguido de Filipe Loureiro com 55,527s, acautelando-se de qualquer imprevisto, Tiago Carta faz 3º com 57,218s, Nuno Covão 57,528s e logo de seguida o surpreendente Covão Júnior com 57,538s, mais 10 décimos que o seu pai.
Quanto aos restantes pilotos, excelente prestação de todos eles com altos e baixos como era de esperar devido à paragem de um mês, mas todos sem excepção estão de parabéns por tudo o que fizeram ao longo da noite.
Resumindo, foi a primeira passagem que ditou tudo, uns a ganharem, outros a perderem tudo o que tinham trabalhado nos últimos dias.
Prova fantástica com a competitividade que se esperava, pois houve diferenças de tempo em troço de décimas e até centésimas de segundo.
Veja-se os tempos dos 5º, 6º e 7º lugares finais, separados entre eles por 99 centésimos de segundo.
 Uma palavra de apreço pela abnegação de alguns pilotos como o João Caria, Vitor Carvalho, Luis Sampaio, Bruno Francisco, Manuel Sampaio e José Sampaio pela evolução que vêm tendo.
Por último uma dupla que travam entre si uma simpática luta, são eles o Bruno Matos e o Igor Reis, que merecem os aplausos de todos.
Quanto aos ausentes, Helder Carloto, Mário Carvalho, Pedro Carvalho entre outros, sentimos a falta principalmente do Ricardo Vitor, uma grande promessa do Rally Slot actual. Possivelmente devido a problemas pessoais, impediram-no de demonstrar que é um dos pilotos a bater no actual panorama da Tertúlia.
A titulo de curiosidade, é de louvar a "vontade e o querer" de alguns pilotos face a modalidade, quando atravessamos momentos de verdadeira crise económica, essa postura, levou os mesmos a comprarem um Audi R8 "a meias" para participarem neste troféu, embora a organização tenha facultado carros para quem não os tivesse. Isto só demonstra que quando se gosta, e quando se partilha um ambiente fantástico entre tertúlianos, não existem razões para deixar de se praticar a modalidade por falta de verba. Na tertúlia não se compete entre rivais mas sim entre amigos! Bem hajam!  
Mais uma vez o SLOT saíu a ganhar com uma demonstração do querer dos pilotos e organização em levar este projecto para a frente.
Daqui a oito dias voltamos a encontrar-nos para a 1ª Prova do Critério da Tertúlia, agora em Super N e NGT.

Saudações


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